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	<title>Blog In&#234;s Paz</title>
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		<title>Blog In&#234;s Paz</title>
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		<title>Fora Sarney!!</title>
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		<description>Os esc&#226;ndalos no Senado n&#227;o param de crescer, a cada dia s&#227;o novas den&#250;ncias. Mas Sarney se segura na cadeira de presidente de todo jeito, agora com o apoio cada vez mais ostensivo do presidente Lula, da Dilma e do PT. &lt;br /&gt;Nas ruas cresce o movimento pelo Fora Sarney. Em ato p&#250;blico em S&#227;o Paulo na &#250;ltima segunda-feira, em menos de duas horas foram coletadas mais mil assinaturas em apoio ao Fora Sarney e pela instala&#231;&#227;o da CPI. Este abaixo-assinado est&#225; agora tamb&#233;m na internet, trata-se de um (...)


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(oui|=={oui}|?{' ',''})<content:encoded>&lt;div class='rss_texte'&gt;&lt;p class=&quot;spip&quot;&gt;&lt;span class='spip_document_21 spip_documents spip_documents_right' style='float:right; width:140px;'&gt;
&lt;img src='http://www.inespaz.pro.br/IMG/jpg/BANNER_ABAIXO_SARNEY.jpg' width=&quot;140&quot; height=&quot;101&quot; alt=&quot;&quot; /&gt;&lt;/span&gt;Os esc&#226;ndalos no Senado n&#227;o param de crescer, a cada dia s&#227;o novas den&#250;ncias. Mas Sarney se segura na cadeira de presidente de todo jeito, agora com o apoio cada vez mais ostensivo do presidente Lula, da Dilma e do PT.&lt;/p&gt; &lt;p class=&quot;spip&quot;&gt;Nas ruas cresce o movimento pelo Fora Sarney. Em ato p&#250;blico em S&#227;o Paulo na &#250;ltima segunda-feira, em menos de duas horas foram coletadas mais mil assinaturas em apoio ao Fora Sarney e pela instala&#231;&#227;o da CPI. Este abaixo-assinado est&#225; agora tamb&#233;m na internet, trata-se de um abaixo-assinado eletr&#244;nico, uma forma de voc&#234; registrar o seu rep&#250;dio e ajudar na mobiliza&#231;&#227;o pelo Fora Sarney.&lt;/p&gt; &lt;p class=&quot;spip&quot;&gt;Assine e ajude a divulgar, copie o banner e cole um link no seu site, blog, p&#225;gina no Orkut, Twitter, Facebook etc, mande para os seus amigos e suas listas de e-mail, ajude a espalhar este abaixo-assinado pela rede.&lt;/p&gt; &lt;p class=&quot;spip&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://www.apoiopopular.org&quot; class=&quot;spip_out&quot;&gt;Clique aqui para subscrever o abaixo assinado&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;
		
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		<title>Capital paulista espera participa&#231;&#227;o popular em confer&#234;ncia</title>
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		<description>Participa&#231;&#227;o da sociedade nas quest&#245;es da seguran&#231;a p&#250;blica &#233; vista como in&#233;dita na hist&#243;ria do Brasil &lt;br /&gt;por Patricia Benvenuti, de S&#227;o Paulo &lt;br /&gt;S&#227;o Paulo, a cidade brasileira com o maior n&#250;mero de casos de viol&#234;ncias d&#225; o seu primeiro passo em dire&#231;&#227;o de um novo modelo de seguran&#231;a p&#250;blica para o Pa&#237;s. Entre os dias 30 e 31 de maio, a capital paulista tem a sua primeira Confer&#234;ncia Municipal de Seguran&#231;a P&#250;blica. O evento ser&#225; realizado na Faculdades Metropolitanas Unidas (FMU), Avenida Liberdade 899, e &#233; (...)


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(oui|=={oui}|?{' ',''})<content:encoded>&lt;div class='rss_chapo'&gt;Participa&#231;&#227;o da sociedade nas quest&#245;es da seguran&#231;a p&#250;blica &#233; vista como in&#233;dita na hist&#243;ria do Brasil&lt;/div&gt;
		&lt;div class='rss_texte'&gt;&lt;p class=&quot;spip&quot;&gt;por Patricia Benvenuti,
de S&#227;o Paulo&lt;/p&gt; &lt;p class=&quot;spip&quot;&gt;&lt;span class='spip_document_20 spip_documents spip_documents_left' style='float:left; width:210px;'&gt;
&lt;img src='http://www.inespaz.pro.br/IMG/jpg/bastadeviolencia.jpg' width=&quot;210&quot; height=&quot;134&quot; alt=&quot;&quot; /&gt;&lt;/span&gt;S&#227;o Paulo, a cidade brasileira com o maior n&#250;mero de casos de viol&#234;ncias d&#225; o seu primeiro passo em dire&#231;&#227;o de um novo modelo de seguran&#231;a p&#250;blica para o Pa&#237;s. Entre os dias 30 e 31 de maio, a capital paulista tem a sua primeira Confer&#234;ncia Municipal de Seguran&#231;a P&#250;blica. O evento ser&#225; realizado na Faculdades Metropolitanas Unidas (FMU), Avenida Liberdade 899, e &#233; preparat&#243;rio para a 1&#170; Confer&#234;ncia Nacional de Seguran&#231;a P&#250;blica (Conseg), que acontecer&#225; de 27 a 30 de agosto em Bras&#237;lia.&lt;/p&gt; &lt;p class=&quot;spip&quot;&gt;Lan&#231;ada pelo governo federal em dezembro do ano passado, a Confer&#234;ncia tem como meta principal tra&#231;ar diretrizes para um novo modelo de seguran&#231;a p&#250;blica para o pa&#237;s.&lt;/p&gt; &lt;p class=&quot;spip&quot;&gt;O assessor da Confer&#234;ncia Nacional de Bispos do Brasil (CNBB) e integrante do F&#243;rum pela Paz, Luiz Antonio de Souza Amaral, lembrou, em entrevista coletiva nesta quinta-feira (21) que a iniciativa acontece com um certo atraso, em compara&#231;&#227;o com outras &#225;reas sociais, como sa&#250;de e direitos humanos. De acordo com ele, isso reflete a falta de participa&#231;&#227;o da sociedade nas quest&#245;es da seguran&#231;a p&#250;blica.&lt;/p&gt; &lt;p class=&quot;spip&quot;&gt;&quot;H&#225; um apelo para que haja uma participa&#231;&#227;o da sociedade. Essa cidadania &#233; que &#233;, talvez, menos exercida na &#225;rea da seguran&#231;a. Voc&#234; tem cidadania que se exerce atrav&#233;s da participa&#231;&#227;o nos programas de sa&#250;de, de educa&#231;&#227;o, mas em rela&#231;&#227;o &#224; seguran&#231;a &#233; praticamente uma aus&#234;ncia&quot;, avalia.&lt;/p&gt; &lt;p class=&quot;spip&quot;&gt;Por isso, explica Amaral, a Confer&#234;ncia tem um papel fundamental no sentido de estimular a popula&#231;&#227;o a debater essas quest&#245;es, assim como pretendia a Campanha da Fraternidade deste ano, que tinha como tema &quot;A Paz &#233; Fruto da Justi&#231;a&quot;.&lt;/p&gt; &lt;p class=&quot;spip&quot;&gt;&quot;N&#243;s temos que ter uma a&#231;&#227;o civil, de cidadania, das pessoas, em rela&#231;&#227;o &#224; quest&#227;o da seguran&#231;a p&#250;blica. Seguran&#231;a p&#250;blica &#233; um problema de todos, n&#227;o &#233; um problema para ser resolvido pela pol&#237;cia, &#233; para ser resolvido pela sociedade como um todo&quot;, afirma.&lt;/p&gt; &lt;p class=&quot;spip&quot;&gt;Al&#233;m da participa&#231;&#227;o popular, o coordenador nacional da Pastoral Carcer&#225;ria, Pe. Gunther Alois Zgubic, aponta a necessidade de envolver tamb&#233;m outros setores do poder p&#250;blico, o que seria poss&#237;vel por meio da cria&#231;&#227;o de conselhos gestores em n&#237;vel municipal, estadual e nacional. Esses conselhos, que devem ser propostos na Confer&#234;ncia, reuniriam, al&#233;m de representantes da sociedade civil, todas as pol&#237;cias e tamb&#233;m minist&#233;rios e secretarias de pol&#237;ticas p&#250;blicas.&lt;/p&gt; &lt;p class=&quot;spip&quot;&gt;Sem um investimento social, para o Pe. Gunther, n&#227;o ser&#225; poss&#237;vel avan&#231;ar em uma seguran&#231;a que, de fato, proteja os cidad&#227;os. &quot;Onde n&#227;o tem escola, moradia, transporte, trabalho, cultura e lazer, a viol&#234;ncia automaticamente ser&#225; mais alta&quot;, analisa.&lt;/p&gt; &lt;p class=&quot;spip&quot;&gt;Para o coordenador nacional da Pastoral Carcer&#225;ria, a expectativa &#233; de que a Confer&#234;ncia contribua para reverter a atual l&#243;gica repressiva da pol&#237;tica de seguran&#231;a, que prefere apostar, por exemplo, no encarceramento em massa.&lt;/p&gt; &lt;p class=&quot;spip&quot;&gt;&quot;De forma manipulada, na histeria do &#243;dio e do medo, se investe e se mostra 'aqui tem seguran&#231;a para os piores bandidos'. A tarefa seria pensar como podemos reduzir o n&#250;mero de presos, em vez de construir cada vez mais pres&#237;dios, e nunca ocorre nos bairros um trabalho preventivo para que n&#227;o ocorra o pior&quot;, explica.&lt;/p&gt; &lt;p class=&quot;spip&quot;&gt;Atividades&lt;/p&gt; &lt;p class=&quot;spip&quot;&gt;Al&#233;m das confer&#234;ncias municipais, que ser&#227;o seguidas pelas estaduais, tamb&#233;m ocorrem em todo o Pa&#237;s semin&#225;rios tem&#225;ticos, confer&#234;ncias livres, virtuais e reuni&#245;es, a fim de incentivar a popula&#231;&#227;o a participar das discuss&#245;es.&lt;/p&gt; &lt;p class=&quot;spip&quot;&gt;Os representantes da sociedade civil ter&#227;o 40% das vagas da Confer&#234;ncia, enquanto os trabalhadores da seguran&#231;a p&#250;blica e do poder p&#250;blico ter&#227;o, cada, 30% das vagas. A confer&#234;ncia deve reunir cerca de tr&#234;s mil pessoas, sendo 1150 representantes de munic&#237;pios e estados, al&#233;m de centenas de observadores internacionais.&lt;/p&gt; &lt;p class=&quot;spip&quot;&gt;As inscri&#231;&#245;es para a Confer&#234;ncia Municipal de S&#227;o Paulo terminam no dia 25 de maio. Mais informa&#231;&#245;es na p&#225;gina www.conseg.gov.br.&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;
		&lt;div class='rss_ps'&gt;mat&#233;ria publicada originalmente pela &lt;a href=&quot;http://www3.brasildefato.com.br/v01/agencia/nacional/capital-paulista-espera-participacao-popular-em-coferencia&quot; class=&quot;spip_out&quot;&gt;Ag&#234;ncia Brasil de Fato &lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
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	</item>



	<item>
		<title>TST CONDENA BRADESCO POR HOMOFOBIA. BANCO TER&#193; QUE PAGAR 1, 3 MILH&#195;O A EX-FUNCION&#193;RIO</title>
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		<dc:subject>GLBTT</dc:subject>
		<dc:subject>Homofobia</dc:subject>

		<description>Banco demitiu funcion&#225;rio por justa causa, motivado por preconceito e homofobia.

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&lt;a href="http://www.inespaz.pro.br/spip.php?rubrique1" rel="directory"&gt;Postagens&lt;/a&gt;

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&lt;a href="http://www.inespaz.pro.br/spip.php?mot17" rel="tag"&gt;GLBTT&lt;/a&gt;, 
&lt;a href="http://www.inespaz.pro.br/spip.php?mot18" rel="tag"&gt;Homofobia&lt;/a&gt;

		</description>

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(oui|=={oui}|?{' ',''})<content:encoded>&lt;div class='rss_texte'&gt;&lt;p class=&quot;spip&quot;&gt;Segundo o tribunal, o Bradesco, em sua defesa, alegou que n&#227;o houve qualquer tipo de discrimina&#231;&#227;o, e que o motivo pelo qual Antonio havia sido demitido foi o descumprimento de normas da sua pol&#237;tica de cr&#233;dito e a libera&#231;&#227;o de recursos &quot;de forma incorreta, sem a devida an&#225;lise, provocando irregularidades operacionais deveras relevantes&quot;, com &quot;opera&#231;&#245;es acima da capacidade de pagamento dos tomadores&quot;.&lt;/p&gt; &lt;p class=&quot;spip&quot;&gt;J&#225; Antonio afirma que &quot;cumpria com facilidade as metas [da empresa]&quot; e que, seus colegas, ligavam para ele e pediam &quot;parem de ficar produzindo porque n&#227;o to conseguindo cumprir aqui&quot;. &quot;Tamb&#233;m chegavam a dizer 'aquele veado cumpre as metas, por que n&#227;o posso cumprir?'. At&#233; nisso eu sofria. Meu colega ficava contra mim, porque ele os jogava contra mim&quot;, disse.&lt;/p&gt; &lt;p class=&quot;spip&quot;&gt;Segundo o advogado de Antonio, a ju&#237;za da primeira inst&#226;ncia identificou que n&#227;o havia mais clima para que o ex-gerente fosse reintegrado ao banco. Sendo assim, foi determinando que ele receba os vencimentos em dobro, desde 2004, quando foi demitido, at&#233; quando o Bradesco n&#227;o puder mais recorrer.&lt;/p&gt; &lt;p class=&quot;spip&quot;&gt;Como Antonio recebia R$ 5 mil, o valor de cada sal&#225;rio passaria para R$ 10 mil. &quot;Chega a esse valor alto porque, de 2004 at&#233; 2009, d&#225; 60 meses aproximadamente, o que daria R$ 600 mil de vencimentos, mais R$ 200 mil de indeniza&#231;&#227;o, que d&#225; R$ 800 mil. Com a corre&#231;&#227;o aproximadamente, n&#243;s colocamos R$ 1 milh&#227;o e com mais um prazo de dois anos at&#233; tr&#226;nsito e julgado [fim dos recursos] do processo mais R$ 300 mil. Foi o c&#225;lculo estimado que fizemos&quot;, disse o advogado, que considera dif&#237;cil, mas n&#227;o descarta a possibilidade de haver uma reforma no julgado.&lt;/p&gt; &lt;p class=&quot;spip&quot;&gt;Durante o processo indenizat&#243;rio, Antonio conseguiu encontrar v&#225;rias testemunhas para comprovar que sofria de homofobia. &quot;Essa causa n&#227;o &#233; minha. As empresas t&#234;m de pensar duas vezes antes de fazer uma desgra&#231;a dessa com uma pessoa&quot;, declarou.&lt;/p&gt; &lt;p class=&quot;spip&quot;&gt;De acordo com a assessoria de imprensa do Bradesco, o banco ir&#225; recorrer da decis&#227;o, e n&#227;o comenta assuntos que ainda est&#227;o sob a esfera judicial.&lt;/p&gt; &lt;p class=&quot;spip&quot;&gt;Fonte: Folha on line&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;
		&lt;div class='rss_ps'&gt;Mat&#233;ria publicada originalmente no site &lt;a href=&quot;http://www.emdiacomacidadania.com.br/post.php?titulo=tst-condena-bradesco-por-homofobia-banco-tera-que-pagar-1-3-milhao-a-ex-funcionario&quot;&gt;Em Dia com a Cidadania&lt;/a&gt;.&lt;/div&gt;
tag : 
&lt;a href="http://www.inespaz.pro.br/spip.php?mot17" rel="tag"&gt;GLBTT&lt;/a&gt;, 
&lt;a href="http://www.inespaz.pro.br/spip.php?mot18" rel="tag"&gt;Homofobia&lt;/a&gt;<br />
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	</item>



	<item>
		<title>Massacre de Caraj&#225;s: 13 anos de impunidade</title>
		<link>http://www.inespaz.pro.br/spip.php?article13</link>
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		<dc:date>2009-04-19T04:51:00Z</dc:date>
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		<description>Reportagem de Mauricio S. Matos &lt;br /&gt;Cerca de 200 manifestantes participaram, nesta sexta-feira, de uma passeata em mem&#243;ria dos 19 sem-terra mortos pela pol&#237;cia militar do Par&#225;, em 17 de abril de 1996, na &#8220;curva do S&#8221;, pr&#243;ximo &#224; cidade de Eldorado dos Caraj&#225;s. O alvo, mais uma vez, foi o Tribunal de (In)Justi&#231;a do Par&#225;, que h&#225; 13 anos vem fechando os olhos &#224; impunidade. Nenhum soldado da PM foi punido. O Coronel M&#225;rio Pantoja, condenado em 1&#170; inst&#226;ncia, recorreu e aguarda (h&#225; anos) novo julgamento em (...)


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&lt;a href="http://www.inespaz.pro.br/spip.php?rubrique1" rel="directory"&gt;Postagens&lt;/a&gt;


		</description>

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(oui|=={oui}|?{' ',''})<content:encoded>&lt;div class='rss_texte'&gt;&lt;p class=&quot;spip&quot;&gt;&lt;i class=&quot;spip&quot;&gt;Reportagem de Mauricio S. Matos&lt;/i&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class=&quot;spip&quot;&gt;Cerca de 200 manifestantes participaram, nesta sexta-feira, de uma passeata em mem&#243;ria dos 19 sem-terra mortos pela pol&#237;cia militar do Par&#225;, em 17 de abril de 1996, na &#8220;curva do S&#8221;, pr&#243;ximo &#224; cidade de Eldorado dos Caraj&#225;s. O alvo, mais uma vez, foi o Tribunal de (In)Justi&#231;a do Par&#225;, que h&#225; 13 anos vem fechando os olhos &#224; impunidade. Nenhum soldado da PM foi punido. O Coronel M&#225;rio Pantoja, condenado em 1&#170; inst&#226;ncia, recorreu e aguarda (h&#225; anos) novo julgamento em liberdade. O governador na &#233;poca, Almir Gabriel / PSDB, que deu a ordem para desobstruir a rodovia, sequer foi convocado como r&#233;u.&lt;/p&gt; &lt;p class=&quot;spip&quot;&gt;Por isso, na manifesta&#231;&#227;o de hoje, uma militante do MST, com os olhos vendados, vestida com uma t&#250;nica branca suja de sangue e segurando uma cruz de madeira nas m&#227;os, abria a passeata e denunciava o descompromisso da Justi&#231;a paraense, que cerra os olhos diante dos crimes do latif&#250;ndio. Logo atr&#225;s, uma enorme faixa da Via Campesina pedia &#8220;Soberania Alimentar, J&#225;!&#8221;&lt;/p&gt; &lt;p class=&quot;spip&quot;&gt;Tamb&#233;m houve cobran&#231;as ao governo federal. Uma das faixas assinadas por MST e Via Campesina perguntava: &#8220;Lula, cad&#234; a reforma agr&#225;ria?&#8221;. E outra dava parte da receita para enfrentar a &#8220;marolinha&#8221;: &#8220;Contra a crise: reforma agr&#225;ria j&#225;!&#8221;&lt;/p&gt; &lt;p class=&quot;spip&quot;&gt;O PSOL esteve presente, representado, dentre outros, por Araceli Lemos, Neide Solim&#245;es e S&#237;lvia Let&#237;cia, al&#233;m das companheiras Sara e Linesh, do Romper o Dia.&lt;/p&gt; &lt;p class=&quot;spip&quot;&gt;Ao chegar em frente ao TJE as quatro faixas da Av. Almirante Barroso, principal via de acesso a Bel&#233;m, foram fechadas. A &#8220;justi&#231;a&#8221;, cambaleante e suja de sangue, tombou ao ch&#227;o. Um boneco representando Gilmar Mendes foi queimado e 19 militantes, com t&#250;nicas pretas, segurando 19 cruzes de madeira, acenderam velas diante o Tribunal e entoaram palavras de ordem, segurando uma faixa que dizia: &#8220;Massacre de Caraj&#225;s. 13 anos de impunidade&#8221;.&lt;/p&gt; &lt;p class=&quot;spip&quot;&gt;No final do ato p&#250;blico, para que os ju&#237;zes e desembargadores n&#227;o esque&#231;am daqueles que tombaram em Eldorado dos Caraj&#225;s, as 19 cruzes foram deixadas, encostadas na grade do suntuoso pr&#233;dio do TJE paraense.&lt;/p&gt; &lt;p class=&quot;spip&quot;&gt;De Bel&#233;m do Par&#225;, 17 de abril de 2009&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;
		&lt;div class='rss_ps'&gt;&lt;p class=&quot;spip&quot;&gt;Reportagem publicada no site da Funda&#231;&#227;o Lauro Campos:&lt;/p&gt; &lt;p class=&quot;spip&quot;&gt;www.socialismo.org.br&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;
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	</item>



	<item>
		<title>Pacote Habitacional fracassar&#225; se n&#227;o enfrentar quest&#227;o da posse da terra</title>
		<link>http://www.inespaz.pro.br/spip.php?article12</link>
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<category domain="http://www.inespaz.pro.br/spip.php?rubrique1">Postagens</category>


		<description>Escrito por Val&#233;ria Nader e Gabriel Brito &lt;br /&gt;Com muita pompa e ares redentores, o governo federal anunciou na semana passada o pacote da habita&#231;&#227;o, que visaria construir 1 milh&#227;o de casas (cifra j&#225; descartada por Lula) e com in&#233;dita prioridade &#224; parcela de mais baixa renda da popula&#231;&#227;o. Entrevistado pelo Correio da Cidadania, o urbanista e professor da USP Jo&#227;o Whitaker destacou esse como exatamente o ponto mais positivo do pacote, uma vez que enfim reconhece que tal segmento da popula&#231;&#227;o realmente (...)


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&lt;a href="http://www.inespaz.pro.br/spip.php?rubrique1" rel="directory"&gt;Postagens&lt;/a&gt;


		</description>

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(oui|=={oui}|?{' ',''})<content:encoded>&lt;img src=&quot;http://www.inespaz.pro.br/IMG/arton12.jpg&quot; alt=&quot;&quot; align=&quot;right&quot; width=&quot;600&quot; height=&quot;600&quot; class=&quot;spip_logos&quot; /&gt;
		&lt;div class='rss_texte'&gt;&lt;p class=&quot;spip&quot;&gt;Escrito por Val&#233;ria Nader e Gabriel Brito&lt;/p&gt; &lt;p class=&quot;spip&quot;&gt;&lt;span class='spip_document_18 spip_documents spip_documents_left' style='float:left; width:127px;'&gt;
&lt;img src='http://www.inespaz.pro.br/IMG/jpg/images.jpg' width=&quot;127&quot; height=&quot;95&quot; alt=&quot;&quot; /&gt;&lt;/span&gt;Com muita pompa e ares redentores, o governo federal anunciou na semana passada o pacote da habita&#231;&#227;o, que visaria construir 1 milh&#227;o de casas (cifra j&#225; descartada por Lula) e com in&#233;dita prioridade &#224; parcela de mais baixa renda da popula&#231;&#227;o. Entrevistado pelo Correio da Cidadania, o urbanista e professor da USP Jo&#227;o Whitaker destacou esse como exatamente o ponto mais positivo do pacote, uma vez que enfim reconhece que tal segmento da popula&#231;&#227;o realmente necessita de maiores subs&#237;dios para a casa pr&#243;pria.&lt;/p&gt; &lt;p class=&quot;spip&quot;&gt;No entanto, Whitaker alerta para os problemas que o plano pode encontrar em sua execu&#231;&#227;o, pois at&#233; hoje os munic&#237;pios se eximiram de aplicar o Estatuto da Cidade, criado em 2001 para resolver os problemas fundi&#225;rios e de ocupa&#231;&#227;o de terras nas &#225;reas urbanas. Desta forma, grande parte dos recursos destinados ao plano pode ficar congelada ou, mais fact&#237;vel, for&#231;ar&#225; os mais pobres a reincidirem na busca por terrenos em regi&#245;es distantes do centro e sem infra-estrutura adequada.&lt;/p&gt; &lt;p class=&quot;spip&quot;&gt;Sem a aplica&#231;&#227;o do estatuto, ele acredita que se cria a tend&#234;ncia de as construtoras buscarem primeiramente o consumidor de maior renda na venda de casas, o que comprometeria decisivamente o plano. Afirma tamb&#233;m ser leviano acreditar que o pacote salvar&#225; o pa&#237;s da crise, at&#233; porque ainda n&#227;o se sabe a profundidade que ter&#225; e qual a efetividade do plano para a popula&#231;&#227;o a ser majoritariamente beneficiada.&lt;/p&gt; &lt;p class=&quot;spip&quot;&gt;Correio da Cidadania: O novo plano habitacional anunciado pelo governo federal vai realmente atender &#224; popula&#231;&#227;o de mais baixa renda, considerando a vers&#227;o final que foi apresentada, onde se passou de 20% para 40% as casas que seriam destinadas &#224;s fam&#237;lias de at&#233; 3 sal&#225;rios m&#237;nimos de renda?&lt;/p&gt; &lt;p class=&quot;spip&quot;&gt;Jo&#227;o Whitaker: A grande qualidade desse plano, e sua inova&#231;&#227;o maior, &#233; exatamente o fato de demonstrar uma preocupa&#231;&#227;o que nunca houve na hist&#243;ria das pol&#237;ticas de habita&#231;&#227;o nacionais, que &#233; o atendimento &#224; popula&#231;&#227;o que ganha at&#233; tr&#234;s sal&#225;rios m&#237;nimos.&lt;/p&gt; &lt;p class=&quot;spip&quot;&gt;No Brasil, as pol&#237;ticas habitacionais nunca conseguiram benefici&#225;-la. Pela primeira vez se faz um plano de amplitude do governo federal no sentido de destinar recursos &#224; popula&#231;&#227;o de baixa renda e, mais que isso, destina uma parcela dos recursos do tesouro como subs&#237;dios &#8211; normalmente FGTS em maior parte, mas nesse caso em menor parte.&lt;/p&gt; &lt;p class=&quot;spip&quot;&gt;Isso significa que o governo entendeu que a popula&#231;&#227;o de baixa renda precisa de fato de subs&#237;dios, sen&#227;o n&#227;o h&#225; solu&#231;&#227;o, j&#225; que a capacidade de pagamento de tal parcela &#233; muito baixa. Da&#237; a dizer que o plano conseguir&#225; atender a toda essa popula&#231;&#227;o &#233; outra hist&#243;ria, que precisa ser discutida com mais cuidado, por v&#225;rios fatores que entram na complexa problem&#225;tica habitacional.&lt;/p&gt; &lt;p class=&quot;spip&quot;&gt;Correio da Cidadania: O plano ir&#225; contemplar a quest&#227;o da ocupa&#231;&#227;o da terra, da regulariza&#231;&#227;o fundi&#225;ria e da cria&#231;&#227;o de uma adequada infra-estrutura urbana?&lt;/p&gt; &lt;p class=&quot;spip&quot;&gt;JW: H&#225; alguns aspectos a serem analisados em sua realiza&#231;&#227;o. Primeiramente, o mais importante &#233; entendermos que o problema habitacional no Brasil &#233; antes de tudo o acesso &#224; terra urbanizada. A posse da propriedade de terra no Brasil &#233; t&#227;o sagrada e enraizada que n&#227;o &#233; f&#225;cil conseguir terra para a popula&#231;&#227;o mais pobre, uma vez que a terra urbana valorizada vem desde a &#233;poca colonial, do caf&#233;, e sempre foi apropriada pelos grupos de elite, que a partir do s&#233;culo 19 come&#231;aram a estabelecer diferen&#231;as significativas de valor entre as &#225;reas ricas e pobres.&lt;/p&gt;
&lt;dl class='spip_document_17 spip_documents spip_documents_right' style='float:right;width:146px;'&gt;
&lt;dt&gt;&lt;a href=&quot;http://www.inespaz.pro.br/IMG/jpg/c21.jpg&quot; title='JPG - 93.7 KB' type=&quot;image/jpeg&quot;&gt;&lt;img src='http://www.inespaz.pro.br/local/cache-vignettes/L146xH150/c21-68d32.jpg' width='146' height='150' alt='JPG - 93.7 KB' /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/dt&gt;
&lt;/dl&gt;
&lt;p class=&quot;spip&quot;&gt;Portanto, diante disso, o que o movimento da reforma urbana vem fazendo h&#225; muito tempo - e que se reverteu em dois artigos muito importantes da Constitui&#231;&#227;o, 182 e 183, que pediam por uma regulamenta&#231;&#227;o ocorrida somente 13 anos depois, em 2001, com o Estatuto da Cidade - &#233; de grande import&#226;ncia.&lt;/p&gt; &lt;p class=&quot;spip&quot;&gt;O Estatuto visa justamente dar ao munic&#237;pio instrumento pol&#237;tico de gest&#227;o para enfrentar as dificuldades em se fazerem estoques de terra urbana para a popula&#231;&#227;o de baixa renda. Foram criados instrumentos como o IPTU progressivo, para combater a ociosidade de terrenos centrais; o ZEIS (Zona Especial de Interesse Social), que criava zoneamento exclusivo nas &#225;reas de favela; usucapi&#227;o urbano, que permite &#224;s pessoas regularizarem a terra ocupada ap&#243;s 5 anos sem cobran&#231;a, enfim, todos instrumentos &#250;teis que poderiam ser usados nos requisitos de posse desses estoques de terra.&lt;/p&gt; &lt;p class=&quot;spip&quot;&gt;A execu&#231;&#227;o do plano arrisca gerar um problema grave, pois, ao produzir casas sem que os munic&#237;pios tenham aplicado o Estatuto da Cidade e resolvido o problema da terra, obriga&#231;&#227;o n&#227;o cumprida, a tend&#234;ncia &#233; que as casas sejam feitas longe do centro, encarecendo o processo, onerando o poder p&#250;blico, criando um problema de urbaniza&#231;&#227;o e gerando bairros pobres na periferia.&lt;/p&gt; &lt;p class=&quot;spip&quot;&gt;Correio da Cidadania: As prefeituras &#233; que dever&#227;o tocar o plano? N&#227;o poder&#227;o surgir crit&#233;rios clientelistas na distribui&#231;&#227;o de casas? Como evit&#225;-los?&lt;/p&gt; &lt;p class=&quot;spip&quot;&gt;JW:Devemos lembrar que a aplica&#231;&#227;o do Estatuto da Cidade &#233; uma quest&#227;o de &#226;mbito municipal, n&#227;o de prerrogativa federal. Desde 2001, quando o Estatuto foi criado e os munic&#237;pios deveriam obrigatoriamente implement&#225;-lo, nada foi feito. Devido ao jogo de for&#231;as, &#224;s disputas pol&#237;ticas no cen&#225;rio urbano brasileiro, praticamente zero foi implantado, salvo algumas exce&#231;&#245;es de ZEIS. Mas o IPTU progressivo, que eu saiba, ainda n&#227;o teve aplica&#231;&#227;o alguma.&lt;/p&gt; &lt;p class=&quot;spip&quot;&gt;Com 7, 8 anos de Estatuto da Cidade, o governo vem com um pacote habitacional significativo, mas os munic&#237;pios n&#227;o cumpriram com suas partes, que era equacionar e gerenciar com a for&#231;a do poder p&#250;blico a acumula&#231;&#227;o de estoques de terras em &#225;reas urbanizadas.&lt;/p&gt; &lt;p class=&quot;spip&quot;&gt;A primeira conseq&#252;&#234;ncia grave que pode vir disso &#233; que, ao se destinar um volume t&#227;o grande de dinheiro para fazer casas, sem as &#225;reas onde elas possam ser constru&#237;das, as tend&#234;ncias s&#227;o: que se comprem as terras caras para fazer as casas e parte desses recursos v&#225; para os propriet&#225;rios, em geral grandes corpora&#231;&#245;es que s&#227;o donas das propriedades e mant&#234;m espa&#231;os vazios; ou, mais prov&#225;vel, que se repita um padr&#227;o de urbaniza&#231;&#227;o t&#237;pico do Brasil, que &#233; o de os incorporadores que receberem benef&#237;cios desse pacote acabarem indo buscar terras longe do centro, sem infra-estrutura urbana, com muita dificuldade de acesso e deslocamento. Dessa forma, vai se encarecer mais uma vez o custo de levar infra-estrutura a esses locais, ao mesmo tempo em que se far&#225; a popula&#231;&#227;o mais pobre morar longe, nas periferias, longe de seus locais de trabalho, reproduzindo e aprofundando a segrega&#231;&#227;o espacial urbana no Brasil. Eis o primeiro aspecto.&lt;/p&gt; &lt;p class=&quot;spip&quot;&gt;O segundo aspecto que se pode destacar &#233; que o plano foi feito no descarado intuito - porque o ministro Mantega falou claramente no dia da apresenta&#231;&#227;o - de salvar o pa&#237;s da crise econ&#244;mica. &#201; baseado na id&#233;ia de que, investindo na constru&#231;&#227;o civil, se reaquece a economia e se tira o pa&#237;s da crise. &#201; uma vis&#227;o antiga e leviana, que vem desde o New Deal do Roosevelt, pois as atividades de constru&#231;&#227;o civil em geral n&#227;o afetam a balan&#231;a externa ou a de pagamentos, j&#225; que envolvem produtos materiais e m&#227;o-de-obra completamente nacionais, assim como a tecnologia. Fazem girar a economia internamente, sem muito v&#237;nculo com o externo, o que permitiria o reaquecimento. De in&#237;cio, &#233; uma boa id&#233;ia, mas tamb&#233;m arriscada, pois se corre o risco de termos uma bolha especulativa, de sobreprodu&#231;&#227;o habitacional sem que haja eventualmente quem compre as moradias. A m&#233;dio prazo, pode levar a um grave problema de sobra de oferta, principalmente se produzirem mais casas que o esperado nas classes m&#233;dias e alta, e menos, nas populares, as mais dif&#237;ceis de gerarem lucros.&lt;/p&gt; &lt;p class=&quot;spip&quot;&gt;O terceiro problema &#233; a tend&#234;ncia de, nessa distribui&#231;&#227;o, existir uma forte probabilidade &#8211; j&#225; que o pacote &#233; destinado ao mercado e escamoteia o plano essencialmente feito para resolver a crise &#8211; de que o mercado capte com mais afinco, gana, o dinheiro disponibilizado &#224; popula&#231;&#227;o com renda acima de tr&#234;s sal&#225;rios m&#237;nimos, uma vez que, mesmo sendo um dinheiro mais oneroso, atinge uma popula&#231;&#227;o com capacidade de pagamento e os lucros s&#227;o maiores. Acho que h&#225; uma tend&#234;ncia de o mercado e as incorporadoras tentarem primeiro aproveitar esse fil&#227;o.&lt;/p&gt; &lt;p class=&quot;spip&quot;&gt;Tamb&#233;m associado ao segundo problema destacado, ao se fazer um projeto que foi apressado pela crise, o minist&#233;rio acabou n&#227;o considerando um plano elaborado durante um ano pelo laborat&#243;rio de arquitetura da USP e pela Via P&#250;blica, o Plano Nacional de Habita&#231;&#227;o. Fizeram esse plano para a Secretaria Nacional de Habita&#231;&#227;o, muito mais complexo e aprofundado que o pacote apresentado, e que foi absolutamente ignorado.&lt;/p&gt; &lt;p class=&quot;spip&quot;&gt;Outro problema, que o governo n&#227;o falou muito, &#233; que, na outra ponta, h&#225; um benef&#237;cio muito grande &#224; classe m&#233;dia alta: aumentou-se o limite do dinheiro autorizado de empr&#233;stimo no FGTS para financiar a casa. Antes, o valor do im&#243;vel era limitado a 300 mil; agora, s&#227;o 500 mil, numa escancarada abertura de porteira para novamente favorecer a classe m&#233;dia. O que quer dizer que o mercado ter&#225; bastante dinheiro para promover constru&#231;&#245;es para essa faixa. &#201; mais um risco que pode causar desvios no plano.&lt;/p&gt; &lt;p class=&quot;spip&quot;&gt;Correio da Cidadania: Alguns urbanistas t&#234;m dito que, pensando-se em uma verdadeira pol&#237;tica habitacional, em vez de novas constru&#231;&#245;es, seria mais efetivo buscar formas de ocupa&#231;&#227;o de im&#243;veis j&#225; existentes e vazios, na regi&#227;o central das grandes cidades especialmente, regularizar a situa&#231;&#227;o de habitantes da periferia valendo-se das pr&#243;prias resid&#234;ncias que ocupam, al&#233;m de tamb&#233;m criar sistemas de alugu&#233;is subsidiados. O que pensa disso?&lt;/p&gt; &lt;p class=&quot;spip&quot;&gt;JW:Al&#233;m do que foi dito antes, acho que como quarto e quinto problemas existem dois aspectos na pol&#237;tica habitacional brasileira que o plano considera muito pouco. Ele busca, sobretudo, beneficiar as empreiteiras e o setor da constru&#231;&#227;o civil para redinamiz&#225;-los.&lt;/p&gt; &lt;p class=&quot;spip&quot;&gt;A respeito disso, h&#225; tr&#234;s quest&#245;es: a primeira &#233; que o emprego da constru&#231;&#227;o civil &#233; composto em mais de 50% na informalidade. E n&#227;o h&#225; nada no plano que vise garantir que o aquecimento do trabalho nesse setor seja feito para aproveitar o momento e colocar essa m&#227;o-de-obra na legalidade.&lt;/p&gt; &lt;p class=&quot;spip&quot;&gt;A segunda &#233; que o plano est&#225; voltado &#224; constru&#231;&#227;o de novas casas. Mas realmente existem muitas situa&#231;&#245;es habitacionais no Brasil em que o melhor n&#227;o &#233; construir casa nova, mas sim regularizar a situa&#231;&#227;o fundi&#225;ria e urbanizar a favela. Favelas que j&#225; est&#227;o consolidadas h&#225; muito tempo, nas quais a melhoria das casas, coloca&#231;&#227;o de asfalto, ilumina&#231;&#227;o, coleta de lixo serviriam para incorpor&#225;-las &#224;s cidades. Foi uma pena que tal ponto n&#227;o tenha sido considerado, pois este ano foi aprovado no Congresso uma lei de assist&#234;ncia t&#233;cnica, que justamente regulamenta a atividade de arquitetura para suporte a moradores dessas regi&#245;es, no sentido de fazer melhorias, o que como dito n&#227;o foi considerado.&lt;/p&gt; &lt;p class=&quot;spip&quot;&gt;E o terceiro aspecto &#233; que h&#225; outro problema grave na habita&#231;&#227;o brasileira: se, por um lado, existe um d&#233;ficit habitacional de quase 8 milh&#245;es de moradias, por outro, temos mais de 6 milh&#245;es vazias. Isso se d&#225; pela falta de pol&#237;ticas p&#250;blicas que alavanquem a din&#226;mica de oferta e demanda de habita&#231;&#245;es vazias e pela falta de incentivo a que o mercado adote din&#226;mica de produtos e servi&#231;os destinados &#224; reocupa&#231;&#227;o de edif&#237;cios antigos. Tudo isso faz com que se tenha um enorme problema na cidade, pois geralmente s&#227;o im&#243;veis localizados em &#225;reas centrais, isto &#233;, muito boas para trazer a popula&#231;&#227;o de baixa renda, pois j&#225; possuem infra-estrutura.&lt;/p&gt; &lt;p class=&quot;spip&quot;&gt;Assim, prossegue um problema insol&#250;vel que o pacote n&#227;o toca.&lt;/p&gt; &lt;p class=&quot;spip&quot;&gt;Correio da Cidadania: O que pensa da entrega do projeto a mutir&#245;es e/ou cooperativas, em vez de entreg&#225;-lo a empreiteiras?&lt;/p&gt; &lt;p class=&quot;spip&quot;&gt;JW:Ainda n&#227;o me inteirei sobre se h&#225; a impossibilidade de fazer as constru&#231;&#245;es por essas vias tamb&#233;m. Se assim determinaram, de fato &#233; mais um aspecto bastante problem&#225;tico, pois esse pacote poderia ser capilarizado, permitindo-se o acesso ao plano por essas outras formas tamb&#233;m.&lt;/p&gt; &lt;p class=&quot;spip&quot;&gt;Correio da Cidadania: O plano foi lan&#231;ado nesse momento de crise, a despeito da real necessidade de habita&#231;&#245;es em nosso pa&#237;s. Al&#233;m disso, h&#225; elei&#231;&#245;es presidenciais pela frente. N&#227;o acha que dessa forma assumir&#225; car&#225;ter oportunista e eleitoreiro, comprometendo sua efetividade?&lt;/p&gt; &lt;p class=&quot;spip&quot;&gt;JW: Acredito que seja um plano feito com a inten&#231;&#227;o de ajudar a salvar a economia, mas esse vi&#233;s &#233; inevit&#225;vel. Pode ser visto dessa forma que voc&#234; destaca, mas eu o analiso como uma id&#233;ia que visa reaquecer a economia. Claro, no caso de dar certo, traz dividendos eleitorais, mas, se formos ver somente por esse lado, n&#227;o se faz mais pol&#237;tica.&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;
		&lt;div class='rss_ps'&gt;&lt;p class=&quot;spip&quot;&gt;Val&#233;ria Nader, economista, &#233; editora do Correio da Cidadania; Gabriel Brito &#233; jornalista.&lt;/p&gt; &lt;p class=&quot;spip&quot;&gt;Artigo publicado originalmente no site do Correio da Cidadania (http://www.correiocidadania.com.br)&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;
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		<title>Folha 'fica de joelhos' e manobra*</title>
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		<dc:subject>Ditadura</dc:subject>
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		<description>Com o emocionante ato de rep&#250;dio &#224; Folha neste s&#225;bado, Otavio Frias Filho, chef&#227;o do jornal, teve que ficar de joelhos!

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		&lt;div class='rss_chapo'&gt;Com o emocionante ato de rep&#250;dio &#224; Folha neste s&#225;bado, Otavio Frias Filho, chef&#227;o do jornal, teve que ficar de joelhos!&lt;/div&gt;
		&lt;div class='rss_texte'&gt;&lt;p class=&quot;spip&quot;&gt;&lt;strong class=&quot;spip&quot;&gt;Altamiro Borges&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class=&quot;spip&quot;&gt;Indignado com a Folha de S.Paulo, que qualificou de &#8220;ditabranda&#8221; a ditadura militar brasileira, o ilustre jurista Fabio Konder Comparato ironizou numa carta ao jornal: &#8220;O autor do vergonhoso editorial e o diretor que o aprovou deveriam ser condenados a ficar de joelhos em pra&#231;a p&#250;bica e pedir perd&#227;o ao povo brasileiro, cuja dignidade foi descaradamente enxovalhada&#8221;.&lt;/p&gt; &lt;p class=&quot;spip&quot;&gt;Relembrando sua postura nos anos de chumbo, a arrogante Folha recha&#231;ou a cr&#237;tica do jurista e da professora Maria Vict&#243;ria Benevides, tachando-a de &#8220;c&#237;nica e mentirosa&#8221;. Mas, com o emocionante ato de rep&#250;dio &#224; Folha neste s&#225;bado, Otavio Frias Filho, chef&#227;o do jornal, teve que ficar de joelhos!&lt;/p&gt; &lt;p class=&quot;spip&quot;&gt;Numa manobra inteligente, o jornal noticiou o ato. N&#227;o deu manchete ou fotos, relatou que havia 300 pessoas &#8212; quando foram coletadas 345 assinaturas no protesto e muita gente sequer assinou a lista dos presentes &#8212; e ainda destilou seus venenos. Apesar disto, foi for&#231;ado a noticiar o protesto, reconhecendo o crime.&lt;/p&gt; &lt;p class=&quot;spip&quot;&gt;Para acobert&#225;-la, contou com a cumplicidade dos outros ve&#237;culos privados de comunica&#231;&#227;o, que nada falaram sobre o evento. Apenas a TV Brasil, num ponto valioso para a nova emissora p&#250;blica, cobriu a manifesta&#231;&#227;o. At&#233; no exterior o protesto teve mais repercuss&#227;o. &#8220;Leitores obrigam di&#225;rio brasileiro a reconhecer seu erro em editorial&#8221;, noticiou a ag&#234;ncia Efe.&lt;/p&gt; &lt;h3 class=&quot;spip&quot;&gt;Uma aparente autocr&#237;tica&lt;/h3&gt;
&lt;p class=&quot;spip&quot;&gt;Al&#233;m da reportagem, a Folha publicou a marota autocr&#237;tica do diretor de reda&#231;&#227;o, Otavio Frias Filho. &#8220;O uso da express&#227;o &#8216;ditabranda' em editorial de 17 de fevereiro passado foi um erro. O termo tem uma conota&#231;&#227;o leviana, que n&#227;o se presta &#224; gravidade do assunto. Todas as ditaduras s&#227;o igualmente abomin&#225;veis&#8221;.&lt;/p&gt; &lt;p class=&quot;spip&quot;&gt;O recuo, por&#233;m, &#233; aparente. O herdeiro do trono nada fala sobre o apoio do Grupo Folha ao golpe de 64 e os servi&#231;os sujos prestados &#224; repress&#227;o fascista. E ainda insiste em desqualificar os professores Comparato e Benevides.&lt;/p&gt; &lt;p class=&quot;spip&quot;&gt;Como afirma Eduardo Guimar&#227;es, presidente do Movimento Sem M&#237;dia respons&#225;vel pelo ato, a rea&#231;&#227;o do jornal foi lament&#225;vel: &#8220;Os textos em quest&#227;o s&#227;o absurdos porque dizem que a Folha errou ao qualificar a ditadura militar brasileira de ditabranda, mas reiteram e endossam a teoria que gerou o neologismo&#8221;.&lt;/p&gt; &lt;p class=&quot;spip&quot;&gt;Ele tamb&#233;m rejeita a exig&#234;ncia do jornal do &#8220;atestado ideol&#243;gico&#8221; aos que discordam da sua linha: &#8220;Sou cidad&#227;o brasileiro, n&#227;o cubano, chileno ou da Cochinchina&#8221;. Na ess&#234;ncia, a Folha mant&#233;m sua linha editorial reacion&#225;ria; mas, como pe&#231;a de marketing, tenta preservar a m&#225;scara de jornal &#8220;plural e democr&#225;tico&#8221;, para continuar iludindo os ing&#234;nuos.&lt;/p&gt; &lt;h3 class=&quot;spip&quot;&gt;A convers&#227;o de Eug&#234;nio Bucci&lt;/h3&gt;
&lt;p class=&quot;spip&quot;&gt;Neste esfor&#231;o, a Folha conta com ins&#243;litos apoios. &#201; o caso do jornalista Eug&#234;nio Bucci, que faz quest&#227;o de dizer que militou no grupo trotskista Organiza&#231;&#227;o Socialista Internacionalista (OSI) e que dirigiu a Radiobr&#225;s no primeiro mandato do presidente Lula.&lt;/p&gt; &lt;p class=&quot;spip&quot;&gt;Num artigo intitulado &#8220;A briga em que todos perdem&#8221;, ele tenta limpar a barra do jornal. Ap&#243;s se solidarizar com os professores Comparato e Benevides, ele lembra seu papel na campanha das Diretas-J&#225; e do impeachment de Fernando Collor para enfatizar que &#8220;a democracia brasileira deve muito &#224; Folha de S.Paulo&#8221;.&lt;/p&gt; &lt;p class=&quot;spip&quot;&gt;Para Eug&#234;nio Bucci, que tamb&#233;m parece querer apagar o passado, a pol&#234;mica sobre o editorial do jornal, &#8220;assumiu propor&#231;&#245;es de movimentos radicalizados, de parte a parte... Quem ganha com a radicaliza&#231;&#227;o? Apenas os inimigos da democracia&#8221;.&lt;/p&gt; &lt;p class=&quot;spip&quot;&gt;Ap&#243;s atacar a esquerda brasileira, que &#8220;tem seus oportunistas, ladr&#245;es, c&#237;nicos e mentirosos&#8221;, ele afirma que &#233; um erro caracterizar a Folha &#8220;como um pilar da ditadura &#8211; ou, pior, da &#8216;ditabranda'. Cair nessa armadilha &#233; uma temeridade &#8211; e at&#233; mesmo os melhores, quando movidos pela raiva repentina, embarcam nessa fal&#225;cia&#8221;. Num passado recente, Bucci teria ido ato de rep&#250;dio; hoje, prefere relativizar os crimes dos Frias.&lt;/p&gt; &lt;p class=&quot;spip&quot;&gt;&lt;strong class=&quot;spip&quot;&gt; &lt;i class=&quot;spip&quot;&gt;Altamiro Borges &#233; jornalista, membro do Comit&#234; Central do PCdoB e autor do livro Sindicalismo, Resist&#234;ncia e Alternativas
&lt;/i&gt; &lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;
		&lt;div class='rss_ps'&gt;&lt;p class=&quot;spip&quot;&gt;*por Michelle Amaral da Silva Colaboradores: Altamiro Borges&lt;/p&gt; &lt;p class=&quot;spip&quot;&gt;Mat&#233;ria publicada no sitio do jornal &lt;a href=&quot;http://www3.brasildefato.com.br/v01/agencia/analise/folha-fica-de-joelhos-e-manobra&quot; class=&quot;spip_out&quot;&gt;Brasil de Fato&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;
tag : 
&lt;a href="http://www.inespaz.pro.br/spip.php?mot11" rel="tag"&gt;Ditadura&lt;/a&gt;, 
&lt;a href="http://www.inespaz.pro.br/spip.php?mot12" rel="tag"&gt;M&#237;dia&lt;/a&gt;, 
&lt;a href="http://www.inespaz.pro.br/spip.php?mot13" rel="tag"&gt;Imprensa&lt;/a&gt;<br />
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	</item>



	<item>
		<title>Mulheres livres! Povos soberanos!</title>
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		<dc:subject>Mulheres</dc:subject>
		<dc:subject>Ato P&#250;blico</dc:subject>

		<description>O mundo est&#225; em crise: financeira, econ&#244;mica, ambiental e alimentar. E Isso afeta o planeta e as nossas vidas. Trata-se de uma crise do capitalismo que se baseia na superexplora&#231;&#227;o do trabalho e na especula&#231;&#227;o financeira. Uma de suas bases de sustenta&#231;&#227;o &#233; a opress&#227;o sobre as mulheres. Machismo e capitalismo transformam tudo em mercadoria, inclusive os nossos corpos. &lt;br /&gt;N&#227;o h&#225; respostas superficiais para a crise. Somos contra dar milh&#245;es e milh&#245;es para bancos e grandes empresas. &#201; dinheiro do povo (...)


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		&lt;div class='rss_texte'&gt;&lt;p class=&quot;spip&quot;&gt;O mundo est&#225; em crise: financeira, econ&#244;mica, ambiental e alimentar. E Isso afeta o planeta e as nossas vidas. Trata-se de uma crise do capitalismo que se baseia na superexplora&#231;&#227;o do trabalho e na especula&#231;&#227;o financeira. Uma de suas bases de sustenta&#231;&#227;o &#233; a opress&#227;o sobre as mulheres. Machismo e capitalismo transformam tudo em mercadoria, inclusive os nossos corpos.&lt;/p&gt; &lt;p class=&quot;spip&quot;&gt;N&#227;o h&#225; respostas superficiais para a crise. Somos contra dar milh&#245;es e milh&#245;es para bancos e grandes empresas. &#201; dinheiro do povo pagando a crise do capitalismo patriarcal. Tamb&#233;m somos contra o desemprego, a redu&#231;&#227;o de sal&#225;rios e a retirada de direitos trabalhistas. Queremos investimentos p&#250;blicos que garantam os posto de trabalho, que ampliem a oferta de vagas com carteira assinada e que reforcem a rede de direitos sociais. N&#243;s, mulheres feministas, afirmamos: as mulheres n&#227;o v&#227;o pagar por essa crise.&lt;/p&gt; &lt;p class=&quot;spip&quot;&gt;Construir a igualdade em nossa sociedade passa por valorizar o trabalho das mulheres e garantir sua autonomia econ&#244;mica. Assim, defendemos a valoriza&#231;&#227;o do sal&#225;rio m&#237;nimo e lutamos por um modelo de prote&#231;&#227;o social solid&#225;rio, universal e inclusivo, com direito &#224; sa&#250;de, a assist&#234;ncia social e aposentadoria digna para todos e todas. Hoje, existem no Brasil mais de 40 milh&#245;es de pessoas fora da previd&#234;ncia social. Dessas, 30 milh&#245;es s&#227;o mulheres.&lt;/p&gt; &lt;p class=&quot;spip&quot;&gt;Para conquistar igualdade, &#233; preciso ampliar os servi&#231;os p&#250;blicos e realizar a reforma urbana. &#201; preciso parar com a privatiza&#231;&#227;o de unidades de sa&#250;de e das creches municipais, impulsionadas pelos governos municipal e estadual da coliga&#231;&#227;o DEM/PSDB.&lt;/p&gt; &lt;p class=&quot;spip&quot;&gt;Se o Estado n&#227;o garante direitos sociais fundamentais como esses, aumenta o trabalho das mulheres de cuidar das pessoas. Lutamos para que esse trabalho seja dividido com os homens e com a sociedade.&lt;/p&gt; &lt;p class=&quot;spip&quot;&gt;Queremos igualdade pra todas as mulheres. Por isso, combatemos o racismo em todas as suas manifesta&#231;&#245;es e a banaliza&#231;&#227;o da imagem da mulher veiculada na m&#237;dia. Essa imagem vendida pela ind&#250;stria cultural contribui para mercantilizar nossas vidas e reflete a desigualdade e a viol&#234;ncia que sofremos dia a dia.&lt;/p&gt; &lt;p class=&quot;spip&quot;&gt;Viva o dia internacional de mulher.&lt;/p&gt; &lt;p class=&quot;spip&quot;&gt;In&#234;s Paz
Professora / Presidente do PSOL Mogi&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;
		&lt;div class='rss_ps'&gt;Artigo publicado no jornal O Di&#225;rio de Mogi.&lt;/div&gt;
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&lt;a href="http://www.inespaz.pro.br/spip.php?mot15" rel="tag"&gt;Ato P&#250;blico&lt;/a&gt;<br />
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	</item>



	<item>
		<title>A tal provinha!</title>
		<link>http://www.inespaz.pro.br/spip.php?article9</link>
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		<dc:subject>Sindicato</dc:subject>
		<dc:subject>Pol&#237;tica</dc:subject>
		<dc:subject>Poder P&#250;blico</dc:subject>
		<dc:subject>Educa&#231;&#227;o</dc:subject>
		<dc:subject>Escola</dc:subject>
		<dc:subject>APEOESP</dc:subject>

		<description>Mais uma vez, Jos&#233; Serra ataca os professores. &lt;br /&gt;Agora, o governador inventou uma tal provinha para os professores Ocupantes de Fun&#231;&#227;o Atividade (OFAs), alegando que tal provinha vai elevar o n&#237;vel da educa&#231;&#227;o. &lt;br /&gt;Como o resultado n&#227;o foi bom, Serra, para esconder o desastre da escola p&#250;blica de S&#227;o Paulo desses 14 anos, procura iludir a opini&#227;o publica, alardeando que s&#227;o os professores os respons&#225;veis pelo caos da educa&#231;&#227;o. &lt;br /&gt;Aqui, &#233; preciso apontar o centro da quest&#227;o. &lt;br /&gt;S&#243; algu&#233;m mal intencionado pode (...)


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&lt;a href="http://www.inespaz.pro.br/spip.php?mot8" rel="tag"&gt;Educa&#231;&#227;o&lt;/a&gt;, 
&lt;a href="http://www.inespaz.pro.br/spip.php?mot10" rel="tag"&gt;Escola&lt;/a&gt;, 
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		&lt;div class='rss_texte'&gt;&lt;p class=&quot;spip&quot;&gt;Mais uma vez, Jos&#233; Serra ataca os professores.&lt;/p&gt; &lt;p class=&quot;spip&quot;&gt;Agora, o governador inventou uma tal provinha para os professores Ocupantes de Fun&#231;&#227;o Atividade (OFAs), alegando que tal provinha vai elevar o n&#237;vel da educa&#231;&#227;o.&lt;/p&gt; &lt;p class=&quot;spip&quot;&gt;Como o resultado n&#227;o foi bom, Serra, para esconder o desastre da escola p&#250;blica de S&#227;o Paulo desses 14 anos, procura iludir a opini&#227;o publica, alardeando que s&#227;o os professores os respons&#225;veis pelo caos da educa&#231;&#227;o.&lt;/p&gt; &lt;p class=&quot;spip&quot;&gt;Aqui, &#233; preciso apontar o centro da quest&#227;o.&lt;/p&gt; &lt;p class=&quot;spip&quot;&gt;S&#243; algu&#233;m mal intencionado pode alegar que a forma&#231;&#227;o dos professores &#233; um problema individual de cada profissional. Isso &#233; uma mentira. A forma&#231;&#227;o - inicial e continuada &#8211; &#233; parte de um projeto pol&#237;tico pedag&#243;gico.&lt;/p&gt; &lt;p class=&quot;spip&quot;&gt;Que fizeram os governantes nesses &#250;ltimos tempos? Fizeram e fazem vistas grossas para cursos de forma&#231;&#227;o que tem problemas. N&#227;o h&#225; nenhuma fiscaliza&#231;&#227;o. Os donos de faculdades se enriquecem fornecendo cursos bastante limitados, (agora, os cursos s&#227;o &#224; dist&#226;ncia) para aumentar o lucro de forma exorbitante. E Serra n&#227;o faz nada em rela&#231;&#227;o a isso, porque &#233; amigo dos rica&#231;os da educa&#231;&#227;o.&lt;/p&gt; &lt;p class=&quot;spip&quot;&gt;Na Secretaria de Educa&#231;&#227;o de S&#227;o Paulo, n&#227;o existe nenhum processo pedag&#243;gico de avalia&#231;&#227;o de todo o sistema educacional que aponte os problemas, mas que, principalmente aponte medidas qualificadas para solucionar as defici&#234;ncias existentes. A&#237; &#233; simples e f&#225;cil culpar e punir os professores que, junto com a popula&#231;&#227;o, s&#227;o as v&#237;timas do mercado de ensino que reina em S&#227;o Paulo e no Brasil.&lt;/p&gt; &lt;p class=&quot;spip&quot;&gt;Essa tal provinha n&#227;o faz parte de um processo de avalia&#231;&#227;o voltado para superar os problemas. Ela s&#243; serve para classificar e gerar competi&#231;&#227;o.&lt;/p&gt; &lt;p class=&quot;spip&quot;&gt;&#201; mesmo muito engra&#231;ado, Serra insinuar que s&#227;o os professores os respons&#225;veis pelas salas superlotadas ao lado de sala fechadas, pela falta de material did&#225;tico, pela falta de seguran&#231;a, pelas drogas na porta da escola, pelas p&#233;ssimas condi&#231;&#245;es de trabalho, pelo autoritarismo da dire&#231;&#227;o escolar, pelos baixos sal&#225;rios, pela promo&#231;&#227;o autom&#225;tica em que a qualidade de ensino &#233; sacrificada em favor de mera estat&#237;stica.&lt;/p&gt; &lt;p class=&quot;spip&quot;&gt;Cabe aqui uma perguntinha: nessas condi&#231;&#245;es, mesmo um professor sem problemas de forma&#231;&#227;o conseguiria desenvolver um bom trabalho?&lt;/p&gt; &lt;p class=&quot;spip&quot;&gt;In&#234;s Paz
Professora e presidente do PSOL&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;
		&lt;div class='rss_ps'&gt;artigo publicado no Jornal O Di&#225;rio, de Mogi das Cruzes&lt;/div&gt;
tag : 
&lt;a href="http://www.inespaz.pro.br/spip.php?mot5" rel="tag"&gt;Sindicato&lt;/a&gt;, 
&lt;a href="http://www.inespaz.pro.br/spip.php?mot6" rel="tag"&gt;Pol&#237;tica&lt;/a&gt;, 
&lt;a href="http://www.inespaz.pro.br/spip.php?mot7" rel="tag"&gt;Poder P&#250;blico&lt;/a&gt;, 
&lt;a href="http://www.inespaz.pro.br/spip.php?mot8" rel="tag"&gt;Educa&#231;&#227;o&lt;/a&gt;, 
&lt;a href="http://www.inespaz.pro.br/spip.php?mot10" rel="tag"&gt;Escola&lt;/a&gt;, 
&lt;a href="http://www.inespaz.pro.br/spip.php?mot16" rel="tag"&gt;APEOESP&lt;/a&gt;<br />
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